
Que tipo de classe gramatical você é?
ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!!!
Se eu fosse uma classe gramatical, desejaria ser o advérbio. Não porque sou invariável, pelo contrário, vario muito por indicar circunstância, e essa varia, côo varia! Além disso, modifico...ah, se modifico! Altero frases, palavras ( verbos, adjetivos e até “euzinho” mesmo - o advérbio). Assim são as pessoas, precisam modificar suas ações, suas características – a si mesmas.
Além disso, posso transformar a frase mais froferida do mundo. “Eu te amo!” em mensagens extraordinárias. Eu te amo muito, Eu te amo devagar, Eu te amo silenciosamente, Eu te amo à noite, ao amanhecer, aqui, ali e sempre...Tenho, ainda, o poder do desprezo. Eu te amo pouco, talvez nem ame; não, na verdade eu não te amo. Nunca te amei.
Sou eu que intensifico tudo que se dizem as verdades e as mentiras. Posso fazer muito virar pouco e tudo virar nada, basta que eu seja empregado corretamente. Determino onde as coisas mais e menos importantes irão acontecer. Adorando viajar, levo a imaginação aos lugares mais inusitados, que podem ser acolá; talvez ali; sim, adiante; depois, mais ao longe; nos seus sonhos. Por que não?
Importante, é claro, mas nada sem as minhas amigas morfológicas, principalmente aquelas as quais modifico. Sou parte deste fio que é a frase, dou força ao texto, que é a teia, para criar belas mensagens. Posso ser também dispensável. ( Fazer o quê?) Sou o AVÉRBIO, muito prazer!
( texto de Silvana Marcelo)
ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!!!
Se eu fosse uma classe gramatical, desejaria ser o advérbio. Não porque sou invariável, pelo contrário, vario muito por indicar circunstância, e essa varia, côo varia! Além disso, modifico...ah, se modifico! Altero frases, palavras ( verbos, adjetivos e até “euzinho” mesmo - o advérbio). Assim são as pessoas, precisam modificar suas ações, suas características – a si mesmas.
Além disso, posso transformar a frase mais froferida do mundo. “Eu te amo!” em mensagens extraordinárias. Eu te amo muito, Eu te amo devagar, Eu te amo silenciosamente, Eu te amo à noite, ao amanhecer, aqui, ali e sempre...Tenho, ainda, o poder do desprezo. Eu te amo pouco, talvez nem ame; não, na verdade eu não te amo. Nunca te amei.
Sou eu que intensifico tudo que se dizem as verdades e as mentiras. Posso fazer muito virar pouco e tudo virar nada, basta que eu seja empregado corretamente. Determino onde as coisas mais e menos importantes irão acontecer. Adorando viajar, levo a imaginação aos lugares mais inusitados, que podem ser acolá; talvez ali; sim, adiante; depois, mais ao longe; nos seus sonhos. Por que não?
Importante, é claro, mas nada sem as minhas amigas morfológicas, principalmente aquelas as quais modifico. Sou parte deste fio que é a frase, dou força ao texto, que é a teia, para criar belas mensagens. Posso ser também dispensável. ( Fazer o quê?) Sou o AVÉRBIO, muito prazer!
( texto de Silvana Marcelo)
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