segunda-feira, 6 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
A Concórdia que eu tive a sorte de conhecer.
Marcelo Carneiro da Cunha
Pra quem não me conhece, e deve haver algumas pessoas nesse mundo nessa
categoria, eu sou um sujeito que não gosta de viajar. Eu até acho que nem
sempre fui assim, lembro vagamente que já me entusiasmei com a idéia de ir
e vir, e lembro do prazer enorme que eu sentia ao entrar num ônibus pra
uma viagem de mais de 24 horas por serras e campos e estradas sem fim
desde Porto Alegre, onde vivia metade da minha família, para férias no Rio
de Janeiro, onde vivia a outra metade. Mas eu tinha onze anos, mais ou
menos, e muita coisa mudou desde então. Entre outras, eu virei um adulto
metade jornalista e metade escritor, que é chamado para viagens o tempo
inteiro, para todos os lados. Cheguei de uma cidade no interior de São
Paulo ontem; daqui a três dias eu vou a Barcelona, Espanha, quatorze horas
de vôos, cinco horas de diferença de horário, para voltar exatos quatro
dias depois, ainda mais amarrotado do que já me sinto agora - direto para
Fortaleza, no Ceará, dois dias depois da volta ao Brasil. Portanto,
estimados leitores, quando sou convidado para ir a algum lugar, eu
realmente penso em muitos, muitos motivos, que me façam não ir.
Mas quando me convidam para ir a Concórdia, eu vou. Já fui três vezes, já
falei para amigos meus irem, e isso tem um motivo muito simples: o
trabalho desenvolvido pela turma do Cnec, a professora Lorien, a
professora Suzana, e, em particular, o trabalho do ciclone extratropical
também conhecido por professora Rosane Lazzarin. Além disso, o clima da
cidade (e na minha última visita choveu o tempo inteiro, desde a chegada
até a viagem até Chapecó no outro dia para pegar o vôo para São Paulo),
uma intensidade cultural que dá pra se perceber, sendo como eu, um sujeito
atento e curioso, mesmo que mau viajante.
Vocês sabem, eu ando por muitos lugares, e acho que sei identificar uma
cidade com personalidade quando eu encontro uma. E Concórdia é assim, para
sorte minha por uns momentos, para vocês o tempo inteiro.
Eu continuo sendo um sujeito viciado em cidades mais do que grandes,
exageradamente grandes, e, sinceramente, não penso em mudar de ares, mesmo
sendo os ares de São Paulo o que eles costumam ser. Agora mesmo, depois de
passar por Concórdia e, em outro extremo, Camocim, no Ceará, eu penso no
tipo de escolha que pessoas como eu fazem, abrindo mão da possibilidade de
viver em lugares onde o tamanho da cidade é o tamanho das pessoas da
cidade. E penso no tipo de escolha que vocês fazem, ao morar em Concórdia.
Hoje, esse tipo de escolha quer dizer que se pode ter tudo ao mesmo tempo:
uma cidade como a de vocês, humana e com ar pra lá de respirável, sem
abrir mão de conviver com o que existe no mundo lá fora, via internet,
viagens, leituras.
Gostei de encontrar novamente os ótimos leitores no Cnec; gostei muito de
conhecer a turma de uma escola municipal com um espírito fantástico e que
me receberam com um carinho tão torrencial quanto a chuva que rolava.
Vocês, estimados leitores e professores e pessoas de Concórdia me fazem
mesmo pensar se eu faço a melhor escolha, vivendo onde eu vivo.
O que eu penso é que vocês podem ir além, e tornar a cidade de vocês cada
vez mais intensa, culta, interessante. Isso se faz com o tipo de atitude
que promove eventos como esse que me trouxe até aí, pensando e debatendo
livros, filmes, idéias - coisas de vida grande, para quem já tem uma
cidade legal e se mostra curioso em saber mais sobre o que existe fora
dela. Espero que vocês continuem assim, cada vez mais. E que, uma hora
dessas, a gente arrume mais um pretexto para eu aparecer aí mais outra
vez. Eu sempre tenho livros e filmes sendo lançados e isso ajuda.
Enquanto isso, meus abraços a todos, meus agradecimentos, em especial ao
pessoal da Cnec e do restaurante em frente ao hotel, que têm na sua adega
o fantástico espumante Estrelas do Brasil, encontrável em raros lugares no
Brasil, para um brinde a uma boa viagem. Coisas assim, junto com o jeito
das pessoas daí, fazem toda, toda a diferença.
Assim, um abraço, obrigado a todos, e até a próxima.
Marcelo
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Apontamentos do texto: Aprendizagem e cultura digital, de David Buckingham
Pesquisas apontam que os professores não estão acompanhando as mudanças do nosso tempo e seu conhecimento e uso das tecnologias está sendo limitado, no entanto é preciso pensar sobre as necessidades de trabalharmos as tecnologias e principalmente como direcionar este trabalho. O autor não é contra o seu uso nas escolas, mas nos alerta para não cairmos nos extremos, chama de ingênuos os que acreditam, que elas sejam a salvação de todos os problemas e também não concorda com os pessimistas que afirmam que rumamos para um inferno digital.
As crianças e jovens vivem imersos na cultura digital, fora da escola , no entanto precisamos ter cuidado com o que se diz da “geração digital”, ele usam muito as tecnologias para entretenimento e pouco para aprendizagens significativas. E na escola se ensina muito pouco sobre o uso das novas tecnologias e quando o fazem muitas vezes num enfoque de treinamento de habilidades funcionais, sem contexto. Existe muita resistência para as mudanças, para o que se considera cultura popular, uma vez que, segundo muitos autores, a escola deveria se preocupar com conhecimento formal, de status superior.
David, defende que precisamos avaliar a realidade das crianças, pensar nas suas necessidades, levar as tecnologias para a escola não para que as aulas tradicionais se tornem mais atrativas e divertidas, mas para promover um uso crítico destas ferramentas. Precisamos preparar nossos alunos promover a alfabetização digital, que representa muito mais do que desenvolver habilidades funcionais, para tal precisamos pensar nas dimensões sociais e culturais das tecnologias, a fim de desenvolver leitura crítica e produção criativa.
Os novos rumos da comunicação e a própria evolução das tecnologias dependem do modo que a usarmos, depende dos contextos educacionais que forem criados.
Professoras Nadia e Neidi
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Intercâmbio Escolar
Terça-feira dia 11/05/10
Viva a vida com amor!
Roberto Shinyashiki e as suas dicas para ser feliz levam-nos a reflectir na nossa vida, dando alguns conselhos que podem realmente mudar a forma como vemos e somos vistos pelo mundo que nos rodeia. Abra a sua mente e leia atentamente as sábias palavras de Roberto Shinyashiki, aceite a mudança, faça parte da mudança.
01 – Seja ético.
A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos.Pisar os outros para subir desperta o desejo de vingança.
02 – Estude sempre e muito.
A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.
03 – Acredite sempre no amor.
Não fomos feitos para a solidão.Se você está a sofrer por amor, está com a pessoa errada ou o amor está a prejudica-lo.Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
04 – Seja grato(a) a quem participa nas suas conquistas.
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe.Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.
05 – Eleve suas expectativas.
Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer.Os perdedores dizem: ‘isso não é para mim’.Os vencedores pensam em como realizar o objectivo.
06 – Curta muito a sua companhia.
Casamento dá certo para quem não é dependente.
07 – Tenha metas claras.
A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas, amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras ao sucesso, etc.Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
08 – Cuide bem do seu corpo.
Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável.Seu corpo é seu templo.Gostar de si deixa as portas abertas para os outros gostarem também.
09 – Declare o seu amor.
Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor).Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.
10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.
Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão.Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.
11 – Seja simples.
Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.
12 – Não imite o modelo masculino do sucesso.
Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos..O preço tem sido alto: enfartes e suicídios.Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas connosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa.
13 – Tenha um orientador.
Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer.Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.
14 – Liberte-se do vício da preocupação.
Viver tenso e stressado está na moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Ridículo… Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.
15 – O amor é um jogo cooperativo.
Se vocês estão juntos é para jogar na mesma equipa.
16 – Tenha amigos vencedores.
Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.
17 – Diga adeus a quem não o(a) merece.
Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar a sua vida.Não perca tempo com quem não merece. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.
18 – Resolva!
A mulher/homem do milénio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.
19 – Aceite o ritmo do amor.
Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão.Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.
20 – Celebre as vitórias.
Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas.Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.
21 – Perdoe!
Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todos as pessoas erram, você também.
22 – Arrisque!
O amor não é para covardes.Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir.E o único risco será o de engordar.
23 – Tenha uma vida espiritual.
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer.Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma.Oração e meditação são fontes de inspiração.
24 – Muita paz, harmonia e amor…
Sempre!A MELHOR MANEIRA DE MELHORAR O PADRÃO DE VIDA, É MELHORAR O PADRÃO DO PENSAMENTO…
Como sempre Roberto Shinyashiki e as suas dicas para ser feliz mostram o caminho para a felicidade o amor pela vida

Por mais que se saiba usá-los uma revisão sempre é bom:
Por que Em frases interrogativas.Ex.: Por que você me deixou esperando todo esse tempo?;Por que você não se habitua a ler jornais.
Em frases afirmativas, desde que no seu emprego esteja subtendida a idéia de motivo, causa, razão, pelo qual, para que.
PorqueQuando a pergunta é acompanhada de uma hipótese de resposta.
Quando uma locução introduz uma explicação, um motivo.
Por quêQuando colocado no final da frase ou antes de pausa, tiver o sentido de motivo, razão pela qual.
PorquêQuando não apenas o sentido, mas é usado em lugar de um desses substantivos (ou seja, é substantivada): motivo, causa, pergunta, e forma, com a preposição por, uma só palavra.
Que tipo de classe gramatical você é?

ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!!!
Se eu fosse uma classe gramatical, desejaria ser o advérbio. Não porque sou invariável, pelo contrário, vario muito por indicar circunstância, e essa varia, côo varia! Além disso, modifico...ah, se modifico! Altero frases, palavras ( verbos, adjetivos e até “euzinho” mesmo - o advérbio). Assim são as pessoas, precisam modificar suas ações, suas características – a si mesmas.
Além disso, posso transformar a frase mais froferida do mundo. “Eu te amo!” em mensagens extraordinárias. Eu te amo muito, Eu te amo devagar, Eu te amo silenciosamente, Eu te amo à noite, ao amanhecer, aqui, ali e sempre...Tenho, ainda, o poder do desprezo. Eu te amo pouco, talvez nem ame; não, na verdade eu não te amo. Nunca te amei.
Sou eu que intensifico tudo que se dizem as verdades e as mentiras. Posso fazer muito virar pouco e tudo virar nada, basta que eu seja empregado corretamente. Determino onde as coisas mais e menos importantes irão acontecer. Adorando viajar, levo a imaginação aos lugares mais inusitados, que podem ser acolá; talvez ali; sim, adiante; depois, mais ao longe; nos seus sonhos. Por que não?
Importante, é claro, mas nada sem as minhas amigas morfológicas, principalmente aquelas as quais modifico. Sou parte deste fio que é a frase, dou força ao texto, que é a teia, para criar belas mensagens. Posso ser também dispensável. ( Fazer o quê?) Sou o AVÉRBIO, muito prazer!
( texto de Silvana Marcelo)


